quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Tara psiquiátrica


Já passou da hora de os especialistas em comportamento humano de criarem um novo capítulo da Psiquiatria para estudar a inimputabilidade dos políticos brasileiros. Realmente, faz pena ver um Lula, como tantos outros,  sofrendo a penalidade de privação da liberdade, com tamanha convicção de sua inocência. É uma tara, de origem atávica a ser procurada nos primórdios da História do Brasil, quiçá, mais alem, que trás em seu substrato, a inversão dos valores sociais, insensibilizando a consciência do ser humano, levando-o a cometer os maiores desatinos, sem se advertir, tão perversos e hediondos, como seria por exemplo a pedofilia, atingindo inadvertidas e inocentes vítimas do povo brasileiro. Até aqui,  dê-se razão ao papa da misericórdia do STF Gilmar Mendes que não acha lugar para políticos nas cadeias, contanto que, advertido pela Psiquiatria, descobra que seu lugar seria o manicômio, para um tratamento humano condigno, pelo menos, para livrar a sociedade  dos efeitos maléficos de tais escrecências.


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