segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Salvação do Brasil



Ao se ler - É PRECISO REAGIR, de Rodrigo Rangel (Veja, 9 de novembro), constata-se que os dois institutos pétreos, independência e harmonia entre os poderes,  prescritos no Art. 2º da Constituição, não passam de simples intenção para justificar uma mal acabada Republica. Como garantir independência e harmonia entre os poderes quando o STF, órgão máximo do Judiciário, é composto por elementos de escolha do Legislativo, representado pelo Senado, e nomeados pelo Executivo, na pessoa do seu presidente, ambos os poderes, ora, minados pela corrupção?  Corre o risco de ser contaminado por elementos lá colocados com segundas e sub-reptícias intenções. Sorte se puder contar com uma maioria não submissa a tais intenções, como tudo parece estar indicando. Nesse caso, a salvação do Brasil estará nas mãos do STF, junto com os demais órgãos que o compõem, como “guardiã da Constituição”, conforme prescrito em seu Art. 102.

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