terça-feira, 15 de outubro de 2019

Dia da professora (?)



Anos atras, quando trabalha no ensino publico, numa reunião de professores, melhor dizendo, de professoras, pois, de sexo masculino eramos gatos pingados, com o agravante de maioria desviados de função, trabalhando na área administrativa, tive a ousadia de afirmar que o mal do ensino público brasileiro é a esmagadora maioria de profissionais do sexo feminino em sala de aula. Diante da grita geral da galera, tive que me explicar: igual mal seria se fosse o contrário, maioria esmagadora do sexo masculino. Em primeira instância, os alunos, de sexos diferentes, precisam ver e sentir a ensinar-lhes, modelos sexualmente  diferentes. Subliminarmente, a situação representa o injusto  desprestigio da profissão, sendo relegada ao sexo feminino, também, desprestigiada, supostamente menos capaz para outros afazeres, mais valorizados.
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domingo, 13 de outubro de 2019

A verdade...


A procura da verdade no cadinho da dúvida

Cabe aos exegetas cristãos comprovarem a descendência de Jesus do rei Davi, conforme, insistentemente, prometido pelos profetas do Antigo Testamento.  Tal assertiva foi, peremptoriamente,  negada pelos evangelistas Mateus e João  ao afirmarem que José não foi  o pai biológico de Jesus, atribuindo, em sonho, a paternidade ao espírito santo. Faltaria provar que  espírito santo seria esse, descendente de Davi, para salvar a admirável e complexa estrutura teológica de crenças que resiste há quase dois mil anos. Quase dois mil anos se passaram para, finalmente, os exegetas, declararem a existência de uma tabuleta com a inscrição em grego, “Aqui Pedro”, para provarem, de forma nada convincente,  que o apóstolo esteve e morreu em Roma. Quantos anos serão necessários, ainda, para  comprovar, com  isenção, fato tão mais importante, para proteger bimilenar liturgia, anualmente celebrada, que defende a origem e missão messiânica de Cristo? Não é questão de se naga-la mas, simplesmente, coloca-la no cadinha da dúvida em busca da verdade, “para revigorar a fé” nas palavras do papa Francisco. Se não comprovada, abriria caminho para a espera do prometido messias, conforme pregado pela nação judaica, dando continuidade ao estudo da genealogia, a partir de José. Se for o caso, os evangelhos dão algumas dicas para tanto, ao lembrar os filhos de Maria, irmãos de Jesus, provavelmente, filhos de José, descendente do rei Davi.
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A verdade


A procura da verdade no cadinho da dúvida
Elizio Nilo Caliman – Brasília
Cabe aos exegetas cristãos comprovarem a descendência de Jesus do rei Davi, conforme, insistentemente, prometido pelos profetas do Antigo Testamento.  Tal assertiva foi, peremptoriamente,  negada pelos evangelistas Mateus e João  ao afirmarem que José não foi  o pai biológico de Jesus, atribuindo, em sonho, a paternidade ao espírito santo. Faltaria provar que  espírito santo seria esse, descendente de Davi, para salvar a admirável e complexa estrutura teológica de crenças que resiste há quase dois mil anos. Quase dois mil anos se passaram para, finalmente, os exegetas, declararem a existência de uma tabuleta com a inscrição em grego, “Aqui Pedro”, para provarem, de forma nada convincente,  que o apóstolo esteve e morreu em Roma. Quantos anos serão necessários, ainda, para  comprovar, com  isenção, fato tão mais importante, para proteger bimilenar liturgia, anualmente celebrada, que defende a origem e missão messiânica de Cristo? Não é questão de se naga-la mas, simplesmente, coloca-la no cadinha da dúvida em busca da verdade, “para revigorar a fé” nas palavras do papa Francisco. Se não comprovada, abriria caminho para a espera do prometido messias, conforme pregado pela nação judaica, dando continuidade ao estudo da genealogia, a partir de José. Se for o caso, os evangelhos dão algumas dicas para tanto, ao lembrar os filhos de Maria, irmãos de Jesus, provavelmente, filhos de José, descendente do rei Davi.
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Publicidade x corrupção


Disse bem o ministro Gilmar Mendes, estar incomodado com a publicidade da Lava Jato sobre a corrupção. Muito mais Incomodado o povo brasileiro com ministros no STF, mais preocupados em defender corruptos do que coloca-los na cadeia.
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sábado, 12 de outubro de 2019

Casnonização



Justo que se coloque a baiana irmã Dulce nos altares não, apenas como exemplo de virtudes para os católicos romanos, mas para o mundo em busca das dores da humanidade, sem distinção de credos. Alguma reservas, porém, com relação a algumas colocações de Adriana Dias Lopes em -  MENOS FIÉIS, MAIS SANTOS (16 de outubro). Não soa justa a interpretação de canonizações como instrumento de proselitismo no combate ao crescimento de outras crenças. Pelo menos no caso do papa Francisco que caminha por outras vias. Soa contraditória a doutrina de que os santos são erigidos intercessores da humanidade perante Deus, o que contaria o ensinamento do mais citado e acreditado, e tido infalível, escritor sagrado, o apóstolo Paulo, que insiste: Porque há um só Deus e um só Mediador entre Deus e o ser humano, Cristo Jesus, Homem” (1Tm 2:5). Daí a impropriedade de se exigir milagres, post mortem, para comprovar a santidade, pois, frequentemente, se fosse o caso, impossíveis de serem personalizados, diante de que outros santos teriam sido invocados por outras pessoas circunstantes aos miraculados. Para canonização, vale os milagres feitos durante a vida, representados por suas obras, independente de crença religiosa.. O próprio Jesus, nas bodas de Caná, desautorizou a intercessão de sua mãe ao responder-lhe - “Mulher, o que tenho eu contigo? Ainda não é chegada a minha hora” (Jo 2:1). Se, em seguida fez o milagre, não foi por intercessão de Maria mas por ter chegado sua hora.


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segunda-feira, 7 de outubro de 2019

Inculturação x aculturação


Senhor Redator
Merece destaque no sermão do papa Francisco na abertura do Sínodo da Amazônia, falando contra a imposição da fé: "Quando sem amor nem respeito se devoram povos e culturas, não é o fogo de Deus, mas do mundo. (...) Quantas vezes houve colonização em vez de evangelização”. Subliminarmente, Francisco insiste sobre o tema do Concílio Vaticano II de uma evangelização por meio da inculturação versus aculturação, com a busca da verdade onde ela estiver, sem desprezar costumes e culturas autóctenes. Uma fé construída de dentro para fora, com mútuo aproveitamento, no enriquecimento da fé, onde ninguém é dono da verdade.
Elizio Nilo Caliman
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sexta-feira, 4 de outubro de 2019

Renan x Janot



Por mais que se queira entender da intensão de Roddigo,  ao publicar a pretenção de assassinar o ministro Gilmar Mendes, não será da boca de um Renan Calheiro que vai se ouvir  que causa perplexidade e asco. Justamente de quem renunciou à presidência do Senado, tentando escapar da acusação de crimes de peculato, desvio de dinheiro público, falsidade ideológica e uso de documento falso. Quanto a Janot, houve, apenas intenção. Quanto a Renan, há de investigar se intensões foram transformadas em fatos, o que, tudo indica, fica para as calendas gregas.

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