sábado, 30 de setembro de 2017
Na missa do vigésimo quinto domingo do tempo
comum, nas igrejas católicas, lê-se o Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus
(20.1-16). - E o patrão saiu para contratar trabalhadores para sua vinha, de
madrugada, às 9 h. ao meio dia, as três h. e às 5 h da tarde. No final da
jornada, pagou a todos com igual moeda conforme contratado. Assim será no
Brasil depois que o Congresso Nacional terminar as prometidas reformas, a toque
de caixa, tentando salvar o governo Temer. Todos os trabalhadores, convocados
para a construção de um novo Brasil, passarão a ganhar o mesmo e justo salário:
ou todos no limite dos deputados, senadores e altos funcionário da República,
ou do salário mínimo, pago a maioria do povo brasileiro, sejam eles do alto
escalão, professores, varredores de rua, atingindo aposentados e desempregados,
se por falta de vagas em função de eventual incompetência do governo. Tudo para
que se cumpra o mandamento maior em defesa da cidadania, prescrito no Art. 5º
da Constituição: - Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer
espécie
quinta-feira, 28 de setembro de 2017
independencia
Definitivamente, a independência dos poderes da República foi
transformada em instrumento de vindicta e perseguição política e a decantada
harmonia em conluios forjando entendimentos em busca de benefício de interesses
pessoais de políticos corruptos acionados à força de propinas, como moeda de
troca pela consciência forjada na inversão de valores que vem achincalhando a
nação brasileira. E o povo brasileiro que se dane com a própria consciência
triturada pela politicagem.
Definitivamente, a independência dos poderes da República foi
transformada em instrumento de vindicta e perseguição política e a decantada
harmonia em conluios forjando entendimentos em busca de benefício de interesses
pessoais de políticos corruptos acionados à força de propinas, como moeda de
troca pela consciência forjada na inversão de valores que vem achincalhando a
nação brasileira. E o povo brasileiro que se dane com a própria consciência
triturada pela politicagem.
quarta-feira, 5 de julho de 2017
Epílogo
De Wikipédia, a enciclopédia livre, colhe-se a seguinte definição de: “Epílogo (do grego epílogos -
conclusão, pelo latim epilogus)
é uma parte de um texto, no final de uma obra literária ou dramática, que
constitui a sua conclusão ou remate. É geralmente usada para dar a
conhecer o desfecho dos acontecimentos relatados, o destino final das personagens da
história ou, em dissertações, as
ilações finais de um conjunto de ideias apresentadas ou defendidas”.
Paara manter o suspense dos
leitores e observadoes, estrategicamente, autores deixam personalidades e fatos
mais importantaes da narrativa a serem revelados no final da obra para,
finalmente, a serem emoldurados no epílogo.
Apressadas
queixas contra o procurador geral Rodrigo Janot que, aparentando exorbitante,
estaria preocupado em atingir com suas flechas peixes menores navegando à
superfície das ondas, esquecendo o tubarão, o líder maior do devorador cardume,
que continua nadando de braçadas, acariciado por mansa maré assoprada pela
deslavada corrução, mantendo em suspense a nação estarrecida. Não esquecer que,
segundo a citada definição, o epílogo acontece no final da obra, com a
apresentação dos protagonistas responsáveis maiores pela trama montada,
culminando com a apoteose dos heróis e
execração dos anti-heróis. O importante
é que chegue o momento propício de cada figurante entrar em cena, na esperança
de que o gran finale aconteça antes que seja tarde para salvar o Brasil.
Tudo
está a indicar que tanto Moro como Janot estão esperando a hora mais propícia
de colocar o chefão maior no pelourinho para, à frente da gang, responder por
seus atos. Se isso não acontecesse, a esperança morreria na praia de onde os
brasileiros aguardam o desenlace da maior tragédia desabada sobre a nação
brasileira.
Enigma
Espera-se que O NOVO ENIGMA DA
LAVA-JATO, anunciado pela escolha da
Raquel Dodge para comandar a
Procuradoria-Geral da República, seja desvendado pela
própria indicada na medida em que
sua atuação venha a corresponder aos
termos do juramento que fizera ao ser diplomada no Curso de Direito perante a
nação brasileira: -“Prometo exercer a advocacia com dignidade e
independência, observar a ética, os deveres e prerrogativas profissionais e
defender a Constituição, a ordem jurídica do Estado Democrático, os direitos
humanos, a justiça social, a boa aplicação das leis, a rápida administração da
Justiça e o aperfeiçoamento da cultura e das instituições jurídicas”, para,
futuramente, ter seu nome inscrito no
rol dos salvadores da pátria (Capa, 05 de julho).
quinta-feira, 29 de junho de 2017
Lava-Jato
As
intempestivas e inconsequentes afirmativas do ministro da Justiça Torquato
Jardim, de que a Lava-Jato “está desfazendo a classe política”, e do ministro Gilmar
Mendes de que, na Lava-Jato, “expandiu-se demais a investigação, além dos
limites” soam como o maior dos elogios à instituição, afirmando a que veio,
justamente, para desmontar a quadrilha de políticos, organizada à sombra da
corrupção, levando o Brasil à beira do abismo, investigando os fatos até as
últimas consequências, sem se ater a limites a serem impostos pelos investigados
e seus advogados (A corrupção e a democracia in Veja, Carta ao Leitor, 28 de
junho).
quinta-feira, 8 de junho de 2017
Inversão de valores
Lastimável e
preocupante ter-se na presidência do STE para o julgamento da dupla Dilma x
Temer um Gilmar Mendes, sistematicamente, empenhado em contraditar o Redator do
processo Herman Benjamim. Em vez de se ater à busca da verdade está, renitentemente,
na defesa de uma governabilidade nas mãos de quem jamais aprendeu e aprenderá a
governar, pondo em cheque a nação brasileira. E o faz com tal verve de convencer
incautos parceiros de bancada, fazendo prever resultado favorável a corrupção que
mina as instituições. É a confirmação do dito evangélico – “Os filhos das
trevas são mais espertos do que os filhos da luz”.
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