segunda-feira, 30 de novembro de 2015
Poluição
Ao ir a Paris para dar palpites sobre a controle da poluição atmosférica mundial, assunto sobre o qual pouco entende, com propostas que se prenunciam inócuas, a presidente Dilma, hospedada com sua numerosa coorte no hotel mais caro do mundo, dá ordens a seus ministros aqui do Brasil para cortarem 10 bilhões do orçamento para tapar buracos que abriu durante seu governo. Tratando de poluição atmosférica, finge não enxergar o quanto de poluição moral provocada pela corrupção de seu governo vem destruindo as instituições brasileiras ameaçando riscar o Brasil da lista de nações civilizadas.
domingo, 29 de novembro de 2015
A chave da caixa de Pandora tupiniquim
A se dar crédito ao destino, se o senador da República Delcidio de Amaral, se dispuser à delação premiada, terá sido talhado pela fatalidade para ser a chave para abrir definitivamente a escabrosa caixa de Pandora tupiniquim revelando a tortuosa historia que levou o Brasil à beira do caos. Vindo do governo de FHC, participando dos quatro governos do PT, ocupando postos de alta visibilidade, privando da intimidade dos poderosos, quem mais do que ele para conhecer com profundidade e minúcias os tortuosos labirintos que tentam despistar a Justiça no encalço de ratazanas corroendo o tecido da nacionalidade brasileira? Poderá ser a chave de ouro da Ação Lava-Jato a ser registrada com letras de outro nos anais da História Pátria brasileira.
sábado, 28 de novembro de 2015
Voltando na História
O Mané Garrocha sob o olho da Lava-Jato está a indicar que, para consertar o Brasil, tem-se que retroceder ao escrivão da frota de Cabral, Pero Vaz de Caminha que, usando de seu prestigio no cargo, inaugurou o propinoduto na Historia do Brasil, sob a rubrica nepotismo, ao pedir em sua carta ao rei Dom Emanuel a libertação da cadeia de seu genro Jorge de Osório que resultou, posteriormente, em sua nomeação para cargo no governo. Foi a partir dai que, por decisão de El Rey, ficou estabelecido que genro não é parente.
sexta-feira, 27 de novembro de 2015
Comparando fatos
Se foi avassaladora a enxurrada de lama que despencou das montanhas de Minas Gerais ceifando vidas e devastando a natureza de forma jamais vista no Brasil, muito mais catastrófica e avassaladora a onda de corrupção que corre pelas instituições governamentais ameaçando soterrar os três poderes da República por arte de desavisados títeres recostados nos mais altos espaldares da República. Rolam cabeças coroadas arrastando consigo a dignidade da nação brasileira deixando para trás a perplexidade de outros tantos assustados encapuzados e a indignação do povo brasileiro. Se não há mal que não venha para bem, quem sabe, chegou a hora apocalíptica da restauração de uma nação vilipendiada por governantes picados por artrópode transmissor do vírus da sede do poder pelo poder, sem compromisso com os interesses da nação brasileira.
Tempo perdido
Mais de uma década perdida para o Brasil nas mãos de governos do PT, alardeando a única aparente conquista, a transposição de 40 milhões de famílias da camada da fome e da miséria para a classe dos remediados sentindo-se, agora, nus despidos de educação, saúde e segurança, instrumentos imprescindíveis para construir uma nova vida. Na medida em que a esmola vai perdendo valor e se evaporando perante a calamitosa situação financeira e econômica desencadeada pela incompetência do governo, tão significativo contingente de brasileiros, enganosamente favorecidos, está fadada a voltar para a situação que deixou ao sair de seus casebres cobertos de sapé, mergulhando no consumismo sem lastro de sustentação.
quinta-feira, 26 de novembro de 2015
Brincando com provérbios
Todo o provérbio teria seu verso e reverso? Ao se dizer que não há mal que não venha para bem, haveria de se admitir que não há bem que não venha para mal? Dependeria do conceito que se tem do que é bem e do que é mal? Bem e mal são substantivos que tem seus adjetivos correspondentes, bom e mau. Será que todo o bem é bom e todo o mal e mau? Quando se pensa estar fazendo o bem, poder-se-ia estar fazendo o mal e vice-versa? São mil perguntas que poderiam ser repetidas para qualquer afirmação aforística badalada aos quatro ventos. Perguntas assim borborejantes são fruto do inquieto pensar humano. Isso acontece porque todo o ser pensante já nasce filosofante. Se estou pensando, estou filosofando. Dependendo do que quis dizer, grande besteira estaria dizendo a sabedoria popular ao afirmar -Primum vivere [manducare] deinde philosofari. Viver e filosofar, por acaso, não se pressupõem Não é por menos que a criança chora, ao nascer, sabendo e pensando no que vai enfrentar aqui fora.
quarta-feira, 25 de novembro de 2015
Comendo pelas beiradas
Com a prisão do amigo de Lula, empresário Bunlai, e do líder do governo no Senado Delcídio Amaral, fica evidente que, na medida certa da prudência, a Lava-Jata está comendo pelas beiradas e, tudo indica, chegará ao fundo do prato onde está o carnegão da corrupção suporado.
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