sexta-feira, 19 de junho de 2020

Adeus, Abraham



“Promoveatur ut removeatur”, promova-se para remover, diz o adágio latino. O mal educado e portuguesmente analfabeto ministro da Educação, Abraham Weitraub, vai para o Banco Mundial. Será que a direção do banco vai engolir essa? Quem não sabe falar Português, vai se entender em Inglês? Nem que fosse como porteiro da instituição.

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quarta-feira, 17 de junho de 2020

A esperança é a última que morre



É do poeta latino Horácio o ensinamento “Carpe diem quam minimum crédula póstero”, literalmente, aproveita o dia e confie o mínimo possível no futuro. Em outras traduções livres: desfrute o presente, aproveite o dia, goze do prazer que a vida oferece, a cada momento. Ei a saída para não se deixar abater durante o confinamento do covid-19. Observe as orientações de prevenção, sem se preocupar demasiado com o futuro. A qualquer momento, a esperança vai escapar da pandórica caixa, em socorro da humanidade.
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Dente por dente

Há suspeita da existência de uma trinca de desavisados parlamentares financiando arruaceiros, tentado trincar a democracia e as instituições. Para identifica-los, o STF pediu o trincamento de suas contas bancárias.
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terça-feira, 16 de junho de 2020

Promover para remover?



À procura de uma embaixada para abrigar o futuro ex-ministro sem Educação Abraham Weintraub, como prêmio de consolação? Que seja num país bem distante, onde o Português seja desconhecido, para não estranharem os palavrões.

General Ramos

Inteligente, tanto quanto ardiloso, para driblar e camuflar situações e problemas, o general ministro chefe da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, na entrevista “PELO FIM DA HSTERIA, nas páginas amarelas de Veja (17 de junho de 2020). Apenas, para ficar num dos pontos cruciais, tem razão ao dizer que “Também não é plausível achar que um julgamento casuístico [do STE] pode tirar um presidente que foi eleito com 57 milhões de votos”. É bom, porém, precaver-se. Quem terá o poder de alijá-lo serão os 57 milhões que o elegeram, com sansão legal do STE, se sentirem que saiu da linha de defesa da democracia e da Constituição, jurada no dia da posse.
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segunda-feira, 15 de junho de 2020

Razão a quem tem. Com plena razão o presidente Bolsonaro desconfiar do mau uso dos leitos, em UTIs de certos hospitais. Desprezando o princípio pétreo da Constituição, de que todos são iguais perante a lei, gente importante, no conceito de quem manda, jamais será surpreendido sem seu leito reservado, ainda que seja provisoriamente, enquanto se providencia o transporte para São Paulo. Certa vez, fui advertido por desrespeito à autoridade, ao insistir por vaga para nossa empregada, com a pergunta: “Se fosse sua mãe, a deixaria morrer no corredor”? Foi assim que Divina, mãe de família faleceu, por não ter credenciais para ocupar um leito na UTI. O presidente errou, apenas, ao passar o problema para o povo resolver, inclusive, de forma ilegal.

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sábado, 13 de junho de 2020

Política ou politicagem?


Várias vezes fui convidado a participar de grupos, por meio do aplicativo WhatsApp, com a advertência de que os participantes não admitem falar de política. Como fica o filósofo Aristóteles que definiu: “O homem é por natureza uma animal político”? É possível falar em cidadania, com relação a alguém que nasce, cresce e vive na “polis” e nada tem a ver com o que acontece em seu derredor? E vem o vice-presidente Mourão, dizer que as “Forças Armadas estão disciplinadas, e fardados não dão declarações políticas”. Em ambas as situações, domina injustificável preconceito contra a política, confundindo-a com politicagem. Todo o cidadão, ao defender seus direitos, está falando e agindo politicamente. Os militares, quando proclamam e agem em defesa da nação e da Constituição, estão falando e agindo politicamente, de acordo com a missão para a qual as Forças Armadas são instituídas.
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