sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

Dura cerviz



A imagem do papa Francisco passando as mãos na cabeça de Lula, publicada na mídia, sugere estar lhe dizendo: “Oh dura cerviz”, centenas de vezes repetido na Bíblia, para dizer de alguém que não tem discernimento para distinguir o certo do errado. Francisco, como bom Argentino, sabe muito bem das mil artimanhas dos políticos sul-americanos, na condução da politicagem, sem qualquer remorso, sentindo-se, no caso, com o melhor presidente do Brasil, pronto a dar conselhos ao papa.   
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Segurança Nacional

Finalmente, uma dentro do presidente Bolsonaro: na falta de um civil habilitado, providencial um general, na pasta da Casa Civil do Planalto, para garantir a Segurança Nacional, para o cumprimento, pelos governantes, do que prescreve o primeiro Art. da Constituição Federal, nos seus cinco incisos. Para quem esqueceu e vive vilipendiando a Carta Magna, a exemplo de boa parte dos políticos brasileiros: “I -  a soberania; II – a cidadania;  III – a dignidade da pessoa humana, IV - os valores sócias do trabalho e da livre iniciativa; – V - o pluralismo  político”.
Elizio Nilo Caliman
SHIN QI 4 cj. 11, c. 21
Lago Norte, Brasília- DF
Tel. 3468 4281
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Segurança Nacional


 Finalmente, uma dentro do presidente Bolsonaro: na falta de um civil habilitado, providencial um general, na pasta da Casa Civil do Planalto, para garantir a Segurança Nacional no cumprimento do que prescreve o primeiro Art. da Constituição Federal, nos seus cinco incisos.
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domingo, 9 de fevereiro de 2020

Parasitas

Ao dizer que “O hospedeiro está morrendo, o cara virou um parasita, o dinheiro não chega no povo e ele quer aumento automático", o erro do ministro Guedes é dar a impressão de que generalizou, colocando, indiscriminadamente, todos os funcionários públicos no mesmo saco. Faltou-lhe coragem para dizer o nome dos bois, a exemplo de deputados, senadores, ministros e que tais, abusando dos aviões da FAB, correndo o mundo. É revoltante, por exemplo, chegar a um posto de saúde encontrar cadeiras vazias dos que faltam ao trabalho, por motivos questionáveis, sobrecarregando de trabalho os que labutam com honestidade induzindo-os a desgastante estrés. Ai, sim,  se explicam dezenas de funcionários de licença médica atingidos por síndromes várias.
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sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020

Jesus gay (?)



Se questionável a forma como Jesus é apresentado no filme Jesus Gay do Porta dois Fundos, e suposta intenção do autor de ridicularizar a figura de Cristo, a reação descomunal, das religiões cristãs, deve ser atribuída ao injustificável preconceito contra os gays sendo, hoje, qualquer discriminação, enquadrada como crime pela legislação das sociedades mais avançadas. A esdrúxula intenção da viúva de Gugu Liberato de processar quem venha a comentar possível situação gay do apresentador, ressalta tal preconceito, como se o ser gay se constituísse em alguma deformidade física e moral. Ao ser arguido sobre o que pensa dos gays, de forma pedagógica, o papa Francisco respondeu: “Quem sou eu par julga-los”, dando margem a se pensar, se Jesus fosse gay, que mal reconhecer-lhe tal condição? Tal situação o tornaria menos humano, inferior aos 
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República das bananas



O Parágrafo Único do 1º Art. da Constituição prescreve: - “Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição”.
Que tipo de democracia se pratica na República tupiniquim, em que o eleitor não escolhe os candidatos, votando nos indicados pela politicagem dos partidos, cuja ideologia se fundamenta na ambição do poder pelo poder, tentando marginalizar candidaturas, provavelmente, preferidas pelo eleitorado e que venham a se constituir em empecilho a escusas pretensões, subordinadas a interesses inconfessáveis?
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terça-feira, 4 de fevereiro de 2020

Voto livre?

Voto encabrestado
Elizio Nilo Caliman - Brasília
O Art. 1º da Constituição prescreve: “A República Federativa do Brasil, ... constitui-se em Estado democrático de direito...”, e seu Parágrafo Único: “Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição”. Como assim, se os candidatos são impostos ao eleitorado pela politicagem, como bem caracterizado na luta tentando, a todo o custo, marginalizar a candidatura de Sergio Moro? O eleitor vota mas não escolhe os candidatos. Resta ao povo ir às ruas, exigindo o direito do voto livre em candidatos selecionados ouvida a opinião pública.
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