domingo, 4 de agosto de 2019

Guzzo -Eles não



Magistral, como de costume, o arrazoado de J.R.Guzzo (Eles não, 7 de agosto 2019). Só um reparo com relação a última frase, fechando a matéria: “O fato é que só você, que não fez nada, dorme em paz”. Não há como dormir em paz, sofrendo as intermináveis consequências de tanta bandalheira operada por centenas de corruptos, liquidando o prazer de viver de milhões de inocentes brasileiros.
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Ensino público



Senhor Maison da Nobrega, ensino público não dever ser pago, pela segunda vez, nem pelo rico nem pelo pobre. Já foi pago por meio da cobrança dos impostos, compulsória, direta ou indiretamente arrancados dos bolsos de ambos, a pretexto de manter os serviços básicos da população, prescritos na Constituição, referentes   aos itens do tripé da Saúde, Educação e Segurança. Cabe, simplesmente, ao governo devolver o dinheiro arrecadado, centavo por centavo, por meio de serviços bem prestados.
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Turismo



Que a indicação de Richard Rasmussen como embaixador do turismo do Brasil, pelo presidente Bolsonaro, signifique um real passo à frente para a proteção do meio ambiente, ameaçado por setores de seu próprio governo. Ao declarar que recebeu com muita honra e alegria a missão de “fortalecer o ecoturismo para além do eixo-vicioso do Brasil”, é bom lembrar-lhe que existe, lá no estado do Espirito Santo, um exemplo vivo do cumprimento dessa missão. Desde 1987, Venda Nova do imigrante é declarada a Capital do Agro Turismo do Brasil, por determinação da Abratur – Associação Brasileira do Turismo Rural.  É o exemplo vivo a ser buscado por Rasmussen para dar início a sua prometida missão, lá onde, para se tirar um cabo de enxada da natureza, é preciso autorização da autoridade competente.

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sábado, 3 de agosto de 2019

A Contituição


Senhor Redator
Pesado encargo o de Moisés ser o portador dos mandamentos ao povo de Israel. Depois de reunido durante 40 dias com o Senhor,  no alto do Sinai, finalmente, recebeu duas pesadas tábuas de pedra com a gravação da Constituição a ser promulgada. Ao descer entre raios e trovões, triste recepção e decepção. Quando ia começar pelo primeiro mandamento, justamente esse estava sendo desrespeitado, vendo o povo dançando em adoração em redor de um bezerro de ouro. Revoltado, lançou as duas tábuas ao chão que se desfizerem em mil pedaços. Por ordem do Senhor, recolheu os cacos e voltou ao cimo da montanha para reconstituir a obra fragmentada. Não existe comprovação de que as peças voltaram a seu original, não havendo prova cartorial que ateste sua originalidade. Seriam as mesmas aquelas, hermeticamente, guardadas na arca da aliança, levada como ponta de lança nas conquistas do povo eleito, que teria desaparecido, provavelmente, levada como troféu pelos sírios que mataram o transloucado rei Acabe, amasiado da perversa Jesabel, vencendo a batalha de Rama contra Israel?  Onde anda o precioso troféu, ninguém sabe, inclusive, para se comprovar a história do 7 cortado, quando Moisés leu o 7º Não furtar, ouvindo do povo em uníssono, “Corta esse, Moisés”. O fato é que os políticos corruptos brasileiros, filhos das trevas, conhecedores da diferença entre furtar e roubar, interpretaram, com ladina sabedoria: furtar jamais, roubar descaradamente, nas barbas do povo, não é pecado. Esqueceram, porém, que o bíblico general Josué promulgara a emenda da delação premiada, a favor da prostituta Raabe de Jericó, sendo agraciada com a participação na genealogia de Jesus Cristo. Hoje, a emenda de Josué é o flagelo da cambada de ladrões.
Elizio Nilo Caliman
SHIN QI 4 conj.11 c.21
Lago Norte, Brasília – DF 
Tel. 3468 4281
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A Constituição



Pesado encargo o de Moises ser o portador dos mandamentos ao povo de Israel. Depois de reunido durante 40bdias com o Senhor,  no alto do Sinai, finalmente, recebeu duas pesadas tábuas de pedra com a gravação da Constituição a ser promulgada. Ao descer entre raios e trovões, triste recepção e decepção. Quando ia começar pelo primeiro mandamento, justamente esse estava sendo desrespeitado, vendo o povo dançando em adoração em redor de um bezerro de ouro. Revoltado, lançou as duas tábuas ao chão que se desfizerem em mil pedaços. Por ordem do Senhor, recolheu os cacos e voltou ao cimo da montanha para reconstituir a obra fragmentada. Não existe comprovação de que as peças voltaram a seu original, não havendo prova cartorial que ateste sua originalidade. Seriam as mesmas aquelas, hermeticamente, guardadas na arca da aliança, levada como ponta de lança nas conquistas do povo eleito, que teria desaparecido, provavelmente, levada como troféu pelos sírios que mataram o transloucado rei Acabe, amasiado da perversa Jesabel, vencendo a batalha de Rama contra Israel?  Onde anda o precioso troféu, ninguém sabe, inclusive, para se comprovar a história do 7 cortado, quando Moisés leu o 7º Não furtar, ouvindo do povo em uníssimo, “Corta esse, Moisés”. O fato é que os políticos corruptos brasileiros, filhos das trevas, conhecedores da diferença entre furtar e roubar, interpretaram, com ladina sabedoria: furtar jamais, roubar descaradamente, nas barbas do povo, não é pecado. Esqueceram, porém, que o bíblico general Josué promulgara a emenda da delação premiada, a favor da prostituta Raabe de Jericó, sendo agraciada com a participação na genealogia de Jesus Cristo. Hoje, a emenda de Josué é o flagelo da cambada de ladrões.
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sexta-feira, 2 de agosto de 2019

Em busca de cadáveres insepulto



Bem ensina a sabedoria popular ao dizer que “Não há mal que não venha par bem”. A intempestiva verborragia do presidente Bolsonaro, sobre o desaparecimento do advogado Fernando Santa Cruz, pai do presidente da OAB, nos tempos da ditadura militar, enseja o retorno das investigações sobre possíveis tortura, morte e desaparecimento de cidadãos, durante os governos militares da apelidada redentora. Enquanto houver cadáveres insepultos, não haverá anistia capaz de apagar o braseiro que crepita sob as cinzas de histórias mal contadas. Se levada a sério, pela Justiça, a indecorosa intervenção do presidente, quem sabe, conduza a uma investigação profunda, pondo um ponto final à questão, independente da Comissão sobre Mortos e Desaparecidos Políticos, adrede remendada aos caprichos do governo. Seria a confirmação de mais um adágio da sabedoria popular:  o “Escrever reto por linhas tortas”.
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Em busca de cadáveres insepultos



Bem ensina a sabedoria popular ao dizer que “Não há mal que não venha par bem”. A intempestiva verborragia do presidente Bolsonaro, sobre o desaparecimento do advogado Fernando Santa Cruz, pai do presidente da OAB, nos tempos da ditadura militar, enseja o retorno das investigações sobre possíveis tortura, morte e desaparecimento de cidadãos, durante os governos militares da apelidada redentora. Enquanto houver cadáveres insepultos, não haverá anistia capaz de apagar o braseiro que crepita sob as cinzas de histórias mal contadas. Se levada a sério, pela Justiça, a indecorosa intervenção do presidente, quem sabe, conduza a uma investigação profunda, pondo um ponto final à questão, independente da Comissão sobre Mortos e Desaparecidos Políticos, adrede remendada aos caprichos do governo. Seria a confirmação de mais um adágio da sabedoria popular:  o “Escrever reto por linhas tortas”.
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