sábado, 8 de dezembro de 2018

Humorismo?


Aos meus leitores
Resolvi virar humorista. Com tanta canalhice dos políticos e não políticos, a vida fica muito mais fácil, não faltando assunto. Exemplos, se você achar que são piadas:
- Ficou a dúvida de como o advogado Cristiano Caiado Acioli conseguiu reconhecer o Ricardo Leswandowski no avião, entre  São Paulo e Brasília. Matei na hora: ao entrar no avião o ministro esqueceu de colocar a máscara.
- Não há como Lula se tornar delator premiado. Não haveria quem delatar, pois, nunca soube de nada.
- Se Lula fosse delator premiado, os interrogatórios seriam rápidos, emocionantes, com respostas incisivas e contundentes: - Não soube de nada; não me lembro de coisa  alguma; é pura persguição política; quem disse isso?; foi um vacilo, no momento em que o boing deu uma trepidação... O resultado seria  a saida dele da cadeia, acompanhado pelos demais presos da Lava-Jato, todos absolvidos de suas acusações, para começarem (continuarem) nova vida.
- O ministro Ricardo Lewandowski do STF, cada dia mais poipular. Para melhor atender a população, transferiu seu gabinete para despachar em avião de carreira.
- Na escala métrica, cuja nova unidade básica é o tar, sugerida pelo PT para medir o nível de propina a ser alcançado pelos beneficiários, os militares estão longe de serem comparados a outros graduados. Como submúltiplos do tar vem o decitar, depois, o centitar e finalmente, lá na rabeira, o militar. Prova disse é que a Lava-Jato, ainda, não conseguiu colocar nenhum militar na cadeia.
- O médico perguntou à Dilma quantos km andava por dia. - Dois km respondeu ela. - É pouco, emendou o médico. Com convicção, Dilma emendou: - O senhor tem que levar em conta que 2km significam 2 milhões de mm. É um exagero, não acha?
Elizio Nilo Caliman
SHIN QI 4 conj.11 c.21
Lago Norte, Brasília – DF 
Tel. 3468 4281



sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Ordem de prisão trocada

No entrevero aéreo entre o ministro do STF Ricardo Lewandouski e o advogado Cristiano Caiado Acioli, no voo entre São Paulo e Brasília, dizendo este que o STF é uma vergonha, quem deveria receber ordem de prisão seria o primeiro que, como representante da mais alta corte da Justiça, tentou varrer da Constituição o  princípio pétreo da liberdade de expressão. Elogie-se a coragem do advogado de dize-lo cara a cara,  sem meias palavras, ainda que generalizando. Preservem-se eventuais ministros que, certamente, não, concordam com o destempero do colega.
Elizio Nilo Caliman
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meia razão?


Vamos dar meia razão ao ministro Ricardo Lewandowski, não por ameaçar prender o advogado Cristiano Caiado Acioli, mas por reclamar pela fake news contra o STF, acusando-o de vergonha, inclusive, generalizando a situação. Primeiramente, não é uma vergonha, é simplesmente, uma calamidade. Segundo, ainda que fosse vergonha a maioria dos magistrados de cara lavada, há de se preservar eventual minoria que, com muita vergonha na cara, estão tentando preservar o nome da instituição. Não é a instituição que é corrupta, são seus componentes, aqueles  que tentam enxovalha-la. Prefiro ver a instituição nos poucos que tentarão colocar os pingos nos is.


Constituição


Senhor Redator
A afirmativa mais sábia de Ulisses Guimarães, no memorável discurso de promulgação da Constituição de 1988, resume-se nas poucas palavras: - “Não é a Constituição Perfeita. Se fosse perfeita, seria irreformável.”  Trinta anos depois de sua promulgação, são mais do que suficientes para comprovar a necessidade de sua reforma, para corrigir os pecados capitais, enumerados pelo ex-ministro da Fazenda Mailson da Nobrega: “ ... utopias, intervencionismo, patrimonialismo, paternalismo, e corporativismo”. O maior erro na convocação para a elaboração da Constituição foi a conversão do Congresso Nacional em Assembleia Constituinte, transformando seus membros em legisladores em causa própria. Começam bem, ao definirem, no artigo 5º, a pedra das pedras fundamentais, que deveria reger a formulação dos demais 249 artigos, nos termos: - “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza...” A partir daí, dominados por irrefreável espírito corporativista, foram distribuindo benesses definindo que, entre os supostos iguais, há os que são diferentes, inclusive, eles próprios. Urge nova constituinte para trazer a endeusada Constituição Cidadã para a realidade brasileira, em que a propalada igualdade se torne realidade, dentro das possibilidades, ainda que não sejam as de uma Suécia. .


A raposa e os corvos


A raposa, sabia em fábula do Exopo e ladina em outra, está muito bem representa no STF. O antanho sisudo sábio Gilmar Mendes, quando percebeu que o hábeas corpus, pleiteando a liberdade de Lula, corria o risco de ir para o brejo, pediu vistas ao processo. Certamente, não vai solta-lo enquanto não perceber que alguns corvos abram o bico, assinalando soltar o tão cobiçado queijo.  

Elizio Nilo Caliman
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Anibal Coelho


O pioneiro Anibal Rodrigues Coelho é o lider inconteste da Comunidade do Núcleo Casa Grande, Região Administrativa do Gama- DF. Uma liderança de quase 40 anos promovendo inúmeras benfeitorias à comunidade, de ordem material, religiosa e social. Com 88 anos de idade diz que está se preparando para a morte, não antes, porém, de entoar seu Canto do Cisne, com a construção do primeiro colégio modelo rural do DF e do Brasil. Tudo está ponto (terreno, planta, recursos financeiros alocados) para a obra ser iniciada em janeiro de 2020. A comunidade espera o pontapé inicial do governador eleito Ibaneis, para que seu nome, junto o do Sr. Anibal, seja inscrito na placa de inauguração da obra. Convida-se o futuro governador para la ir verificar, in loco, a excepcional realidade do Núcleo Rural Casa Grande, para ajudar Anibal a entoar seu canto do cisne, torcendo para mais vida.
Elizio Nilo Caliman
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sábado, 1 de dezembro de 2018

Cores



A cor vermelha é, sem dúvida, a cor mais vistosa do espectro solar. O que seria da natureza sem a cor vermelha? Pura monotonia. Cuidado, porém, com o excesso de seu uso, como o seria com excesso de qualquer outra cor. Foi com o excesso de vermelho em sua bandeira que o império Soviético veio abaixo. Foi com o excesso de vermelho da bandeira alemã que Hitler levou a Alemanha a sua destruição. Foi com excesso de verde em sua bandeira que Mussolini criou o fascismo, que levou a Itália ao fundo do poço.  Foi com o excesso de vermelho que o Brasil foi atolado na corrupção. Cuidado com a intenção de Bolsonaro de governar Brasil com todas as corres. Se não souber dosa-las adequadamente, imagine-se que saco de gatos vai gerar!
Elizio Nilo Caliman
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