terça-feira, 13 de novembro de 2018

Ubi vadis, Senado?


Diante do descalabro do aumento de 16% concedido pelo Senado, a toque caixa, para os membros do STF, volto a gritar a plenos pulmões, em nome dos aposentados que, como eu, no momento de se aposentarem, na década de 50 do século recém findo, contribuíam no valor correspondente a 20 salários mínimos. Sem respeitar direitos constitucionais adquiridos, o INSS mudou as regras e, hoje, estão recebendo pensão que não chega à metade do valor do aumento, 5,6 mil reais, atribuído aos ineficientes ministros da mais alta corte da Justiça.
Elizio Nilo Caliman
Lago Norte, Brasília – DF
Fone: 3468.4281
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salários e salarios

Repararam como a diferença resultante do aumento do salário, aprovado a toque de caixa para os ministros do Supremo Tribunal pelo Senado, de 5,6 mil reais, com relação ao anterior, ultrapassa o teto máximo concedido como salário para os demais brasileiros que na maioria ganham o salário mínimo? Isso é que é dizer que todos são iguais perante a lei, conforme prescreve o Art. 5º da Constituição. E dizer que o presidente Bolsonaro vai pautar suas decisões de governo dialogando com o Legislativo, quando o diálogo é, apenas, entre os próprios parlamentares que, a curto prazo, estão legislando em causa própria, visando a equiparação salarial, sorrateiramente, prescrita na legislação pelos próprios.
Elizio Nilo Caliman
Lago Norte, Brasíli

domingo, 11 de novembro de 2018

Previdência


Grande parte dos propalados 300 bilhões de déficit da Previdência Social poderiam ser cobertos pela devolução dos bilhões desviados para os  bolso dos corruptos, sob a rubrica propinas. O povo brasileiro agradeceria ao futuro presidente Bolsonaro se, antes de promover a reforma previdenciária, tirando mais dinheiro de seus bolsos, acionasse a Justiça obrigando a devolução aos cofres públicos, dos valores desviados com a devida correção monetária. Depois disso, o povo em peso apoiará seu governo, tentando repor o Brasil para o eixo do dístico ORDEM E PROGRESSO.
Elizio Nilo Caliman
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sábado, 10 de novembro de 2018

Vários


O povo brasileiro está curioso para ver com quais mascaras certos ministros do STF vão sair para fingir que vão concordar com as promessas do presidente eleito de que vai combater a corrupção colocando os malfeitores na cadeia para pagarem pelos seus crimes. Só mesmo a esperta raposa para  mostra-las às avessas.


Propina saída dos cofres públicos, para tapar a boca da imprensa escrita, a verba publicitária dos governos não encontra paralelo na proteção dos malfeitos escondidos nos meandros do poder. Tão camuflada que não encontra juiz capaz de rubrica-la como corrupção. Desconfie-se de revistas e jornais recheados de matérias cercadas entre linhas, ocupando o espaço livre que deveria ser destinado a Informar o leitor.

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Cremação


Falando em cremação dos corpos, o argumento utilizado para a proibição, contida no antigo Código de Direito Canônico da Igreja Católica, era sua utilização pelos hereges como instrumento de negação do dogma da ressureição dos mortos para a juízo final.  Como se ao deus todo poderoso, defendido pelo Cristianismo, faltasse poder para buscar as cinzas espalhadas ao vento, em qualquer lugar em que estiverem. Desafiando as leis da natureza, por ele ditadas, não teria dificuldade de colocar a máquina do tempo funcionando às avessas, fazendo o defunto levantar-se do caixão.
Elizio Nilo Caliman
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terça-feira, 30 de outubro de 2018

Segio Moro



Sergio Moro no STF ou no Ministério da Justiça, ainda que o mereça, seria desvestir um santo para vestir outro. Quem com sua coragem e sabedoria para levar a bom termo a operação Lava-Jato? Além do mais, ira perder precioso tempo para enfrentar o super ministro Gilmar Mendes.
Elizio Nilo Caliman
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Email> elizio.caliman@yahoo.com.br


Segurança


Válida a decisão do presidente eleito Bolsonaro viajar em avião de carreira como demonstração de corte de despesas. Mais importante, porém, a intenção subliminar de evitar o avião presidencial por motivo de segurança pessoal. Enquanto não tiver feito minuciosa varredura, expulsando a chusma de ratos infiltrada nas instituições governamentais, sempre poderá haver algum afiado roedor disposto a descascar algum fio protetor do sistema de segurança da aeronave presidencial. Boa medida seria decretar a presença obrigatória do ex-presidente Lula nas viagens presidenciais, sendo o primeiro a entrar e o último a sair.  
Elizio Nilo Caliman
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