Bem que os jovens e inesperientes
jornalistas, que entrevistaram o Jair
Bolsonaro na Roda Viva, poderiam ter feito perguntas mais construtivas, para tentar encurralar o candidato. Não será com pedradas, cheiando a
fake news, que se vai buscar argumenos para
se saber até onde o candidato tem as virtudes que o recomende ao Palácio do
Planalto. Bom jornalista é o que sabe jogar a convidativa isca para o peixe
morrer pela boca.
sábado, 4 de agosto de 2018
sexta-feira, 3 de agosto de 2018
Liberdade
Sobre a liberdade da imprensa, sancionou Alexis de Tocqueville: “Amo-a pela consideração dos males que
impede, mais ainda do que pelos bens que produz.” Não esquecer, porém que, a
mesma enxada que serve para plantar a boa semente e eliminar a erva daninha,
pode arrancar o trigo, deixando crescer a cizania, espalhando fake news aos
quatro ventos, dependendo das mãos que a manejam.
quinta-feira, 2 de agosto de 2018
Fake news
Porque não assinado o artigo intitulado - O ParTido dos ricos (Correio Braziliense, 3 de agosto 2018)? Dependendo de quem o deveria ter assinado, terá que ser interpretado como tremenda fake news ou, melhor dizendo, um panelaço de fake news, com a intenção, não de desmoralizar um governo, mas para colocar no céu um outro governo que está completando a obra de desmoralização da nação brasileira, perpetada durante quase 15 anos de poder petista, carregando na costas a reprovação de 95% do povo brasileiro. Se a fake news foi inventada para desmoralizar, no caso, está sendo utilizada às avessas, para exaltar, mentirosamente, algo merecedor de condenação, com efeitos tão, ou mais, danosos, tentando enganar uma nação inteira, apresentando como modelo um governo, totalmente, minado pela corrupção, corroendo a sociedade à beira da dissolução.
Explicando
Tentando explicar, sem pretender
justificar, ao dar minhas pedaladas via jornais e revisas, minha intenção nunca
foi de tratar de política, que pouco domino,
mas, apenas, alertar sobre politicagem, parodiando o dito portenho: “
Hai corrupcion? Soy contra. Colocar fatos
e discursos, ditos políticos, diante do espelho, refletindo a moral e a ética
que assimilamos alhures.
Quanto ao tema religião, nunca conbater
o Crisianismo, aquele do Evngelho de Jesus, que tem seus inquestionáveis e
milenares méritos, mas os supostos, e não suposos, desvios de interpretação de dirigentes que se arrogam
o direito de serem os donos da verdade, tentando impô-las aos fiéi, à revelia
de suas convicções.
Nada impede que doutores e santos
padres divaguem pelas escrituras em busca de argumentos para sustentar
controversos mistérios, que pesem duvidosos fundamentos bíblicos,
frequentemente, deturpados pelo tempo e, quiçá, por segundas intenções. O que
se questiona é a intenção de defendê-los, às custas de dogmas, hermeticamente
fechados, cercados pela ameça do fogo do inferno. O que se questiona é o condenar, indiscriminadamente, qualquer
dicordância, dificultando que se cumpra o mandado de Cristo: “Ide e pregai a
todas as gentes”, tentando impedir que cada ser inteligente tente a procura da
verdade semeada no Universo.
Poucos se advertem da semente lançada pelo
Concílio Vaticano II, substituindo o conceito de aculturção, tentativa de impor a cultura do Cristianismo, pelo de inculturação,
a busca de valores autoctenes, a serem incorporados a uma cultura mais
abrangente, o que só é possível por meio do diálogo. Foi por falta dessa
distinção que um simples “filioque” cindiu o milenar Cristianismo, em 1054, e que as 72 teses de Lutero, afixadas na
porta de uma igreja, multiplicaram a Igreja Romana, em mil outras seitas. É
assim que, hoje, a maior nação católica do mundo está sendo esvaziada com
a emigração em busca da verdade cindida
em mil pedaços.
Quem sabe, um dia, apareça o
Messias, teimosamente, esperado pelos judeus espalhados pelo planeta, para juntar os pedaçõs, compondo uma unica e
imensa cobertura para abrigar toda a humanidade, cada ser humano com a
liberdade procurar a Verdade escondida no
Univeso. Aquele Deus que, se definido por Espinosa como “Deus sive Natura”, não
impede a liberdade de cada um definí-lo
como lhe aprouver.
Por mais que se conceba um Deus único, cada
ser inteligente tem a liberdade de concebê-lo a seu modo, a ser respitado. Enquanto
isso, aguarde-se o amadurecimento cultural, seguramente, a ser alcançado por
meio da inculturação, para não restar lugar para um deus barbudo, sentado num
trono, rodeado de fámulos, abanando compassadas ventarolas, e mil outras
concepções mitologicamente, pregadas por mil crenças religiosas.
_________
quarta-feira, 1 de agosto de 2018
Agulha no palheiro
O povo brasileiro está
mergulhado no turbulento palheiro da politicagem, à procura de agulha capaz de
costurar o Brasil de amanhã. De tantos
pretendentes à presidência da República, o Meirelles se imporia por sua
biografia pregressa. O presente deixa-o a desejar por sua aliança com um
governo atolado na corrupção, apoiado por um presidente que, tudo indica,
pretende usa-lo como dique represador da avalanche de processos que vão desabar
sobre ele a partir do momento em que sair pela porta dos fundos do Palácio do
Planalto. O perigo será o povo bandear-se para um oportunista, da estirpe de um
Bolsonaro, sem passado e nem presente, deixando antever assustadora incógnita de
difícil decifração, ameaçando o futuro do Brasil.
Educação
Pobre país sem educação onde é
confundida com erudição que os
políticos corruptos usam para enganar o povo com mil promessas para comprar
votos. Educação Básica publica de baixa qualidade
para os pobres que não tem dinheiro; Educação básica particular melhorada para
quem tem dinheiro. Educação Superior privada, de alto custo, para pobre que não
tem dinheiro e Educação Superior público para quem teria dinheiro para paga-la.
Vem alguem dizer que estes deveriam devolver o dinheiro gasto pelo governo para
mante-los. Não percebe que a injustiça está do outro lado. Ambos os lados pagam
iguais imposos para terem Educação,
mantida pelo governo. Inverta-se o
encargo, obrigando o governo a devolver a pobres e ricos o que pagaram pela
segunda vez, ou na Educação basca, ou na Educação Superior, particulares
Marte à vista
Feito extraordinário da ciência ao descobrir água líquida
no planeta Marte, prevendo a possibilidade de vida micro orgânica em seu solo.
Dai para se admitir vida mais complexa, a ponto de se pensar na possibilidade de emigração de seres
humanos para o planeta vermelho, vai incalculável distância, diante das
condições climáticas, e que tais, adversas para sua sustentabilidade fora do ambiente
terráqueo. Igual dispêndio de recursos haveria de ser pensado e aplicado, certamente,
com maior proveito, para recuperar e preservar o passarinho que temos na mão, antes
que o hábitat terráqueo se torne inóspito, com a previsível e catastrófica
extinção da humanidade.
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