quinta-feira, 22 de março de 2018

Operação Caifás


     Quanto ao malicioso comentário sobre o discretíssimo silêncio da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil sobre à operação Caifás, que resultou na prisão do bispo e quatro padres da diocese de Formosa – GO, que teriam desviado vultosa quantia das esmolas dos fiéis, certamente, não significa acobertamento da escandalosa ação dos dirigentes daquela diocese. Seria, sim, um doloroso e envergonhado silêncio, numa tentativa de preservar uma instituição que, por mais que represente o Evangelho de Cristo, que condena o endeusamento do dinheiro, seus dirigentes, nem sempre, honram os encargos em que são investidos.  Não se há de proclamar mundo afora, por exemplo, que o Brasil e uma instituição a ser vilipendiada, pelo fato de ser dirigido por cafajestes que desviaram biliões do sagrado dinheiro do suor dos fiéis brasileiros, para satisfazerem ambições pessoais. A CNBB, prudentemente, haverá de tomar as providências cabiveis para retornar aquela diocese ao caminha do Evangelho de Cristo.




quinta-feira, 15 de março de 2018

Stephen Hawking

A vida de Stephen Hawking impõe à ciência um novo mistério a ser desvendado: até que ponto a deficiência física teria contribuído para a grandeza de sua inteligência, a ponto de ser colocado entre os maiores cientistas da humanidade? Se perfeito fisicamente, Stephen teria tido o brilho com que iluminou a humanidade, com sua fenomenal inteligência? No contraponto, serve de alerta aos aficionados cultores da beleza física que, se esta merece os devidos cuidados, na medida em que não tiver a devida atenção, servindo, apenas, para o mundo exterior, tenderá a obscurecer o brilho da inteligência. No dia em que a humanidade se compenetrar dessa verdade, terão a ganhar os deficientes físicos, com o reconhecimento dos fisicamente mais dotados. Não serão as limitações físicas  a serem tidas como empecilhos para serem úteis à humanidade. É a lição que nos deixa Stephen, ao partir para outra vida. 

segunda-feira, 12 de março de 2018

Intervenção


Muito bem que se invista tudo, em pessoal e dinheiro, para que a intervenção federal de combate ao cancro da insegurança do Rio de Janeiro, extensiva a todo o Brasil, tenha pleno sucesso. Não esquecer, porém, que a origem de todos os males que, atualmente, vem afetando todas as áreas da sociedade brasileira, é a incompetência e a irresponsabilidade de maus governantes, acompanhados de políticos corruptos, que se dedicam a atender interesses pessoais, em vez de cuidar do Brasil. Acabar com a insegurança, por meio de canhonaços, sem atacar as raízes, é pretender matar a cobra cortando lhe o rabo. As eleições gerais estão às portas. Imagine-se a continuidade e a volta ao poder da turma de políticos corruptos que levaram o Brasil à beira do abismo, destravando o trem em direção ao precipício! Tudo é possível, diante de um sistema eleitoral supersensível ao poder do dinheiro. A insegurança continuará nos morros do Rio, e Brasil afora, extensiva à saúde e a Educação, pontos chaves de uma sociedade justa, que vão de mal a pior, arrostando as demais tenebrosas consequências. Que o presidente Luis Fux , do Superior Tribunal Eleitoral, tenha, também, os recursos pessoais e financeiros  necessários para fazer valer a, até hoje, escamotada legislação eleitoral, para evitar o retorno e/ou  a continuidade de uma gang, disposta a tudo para se emplacar e/ou continuar emplaca no poder.

sexta-feira, 9 de março de 2018

Segurança


Muito bem que se invista tudo, em pessoal e dinheiro, para que a intervenção federal de combate ao cancro da insegurança do Rio de Janeiro, extensiva a todo o Brasil, tenha pleno sucesso. Não esquecer, porém, que a origem de todos os males que, atualmente, vem afetando todas as áreas da sociedade brasileira, é a incompetência e a irresponsabilidade de maus governantes, acompanhados de políticos corruptos, que se dedicam a atender interesses pessoais, em vez de cuidar do Brasil. Acabar com a insegurança, por meio de canhonaços, sem atacar as raízes, é pretender matar a cobra cortando lhe o rabo. As eleições gerais estão às portas. Imagine-se a continuidade e a volta ao poder da turma de políticos corruptos que levaram o Brasil à beira do abismo, destravando o trem em direção ao precipício! Tudo é possível, diante de um sistema eleitoral supersensível ao poder do dinheiro. A insegurança continuará nos morros do Rio, e Brasil afora, extensiva à saúde e a Educação, pontos chaves de uma sociedade justa, que vão de mal a pior, arrostando as demais tenebrosas consequências. Que o presidente Luis Fux , do Superior Tribunal Eleitoral, tenha, também, os recursos pessoais e financeiros  necessários para fazer valer a, até hoje, escamotada legislação eleitoral, para evitar o retorno e/ou  a continuidade de uma gang, disposta a tudo para se emplacar e/ou continuar emplaca no poder.

quarta-feira, 7 de março de 2018

Mordlomia

Não tente fazer o povo brasileiro de idiota, ministro Lewandowski e seus comparsas. A mordomia do auxílio moradia para ministros, por mais que seja legal por ser consignada em lei, além de imoral, é inconstitucional, desde que fere o princípio pétreo da igualdade de todos os brasileiros perante a lei, sem distinção e qualquer natureza, conforme previsto na Cara Magna. Se não bastasse a inconstitucionalidade, sobrepõe-se o achincalhamento ao cidadão brasileiro que, obrigado a pagar sua própria moradia com seus parcos ganhos, vê-se forçado a ver o suado dinheiro de seus impostos jogado no ralo do atrevimento dos que percebem os mais altos salários saídos dos cofres públicos, achando-se dignos de tamanho privilégio, legislando em causa própria.

segunda-feira, 5 de março de 2018

O Atlas da mitologia tupiniquim.


O título do livro de Erich von Daniken (1968) - Eram os deuses astronautas? pode, muito bem, simbolizar a antevisão de um período a ser vivido pelo Brasil a partir do dia em que determinado partido tomou conta do poder, no despertar do promissor século XXI. A pergunta seria hoje, a ser formulada a partir da variante: – Eram deuses os companheiros, que vieram prometendo salvar o Brasil? É conhecida a petulância de certos personagens que rodeavam o Olimpo na Antiga Grécia, pretendendo-se deuses, quando eram simples mortais, ambicionando a divinização por meios falsos feitos extraordinários, levando o povo ignorante a coloca-los no altar dos deuses. Tome-se como exemplo o fracassado Atlas, castigado por Zeus a vergar, até hoje, sob atlântico peso de descomunal planeta. Nossos pseudo deuses rodeiam o altar da pátria não pretendendo dar o braço a torcer, arriscando repetir a dose de infortúnios desencadeados sobre o Brasil. Está na hora de alguém ser colocado a carregar em suas costas o descomunal peso da irresponsabilidade praticada.

sábado, 3 de março de 2018

Quem é quem


Assim como, agora, existe no governo Temer o super ministro Jungmann que promete, e espera-se, vai salvar o Brasil contra a corrupção e a insegurança, existe no STF o presumido super ministro GilmarMendes interpondo-se, nas sombras da noite, como interlocutor entre os poderes Judiciário e  Executivo, tentando colocar saia justa em sua colga presidente. Que anda acusando colega de falar pelos cotovelos, ele próprio falando com os pés pela cabeça, e não se dizendo por onde mais, que já provou, sobejamente, que é capaz de semear a daninha cizânia da discórdia  por onde passa com sua tonitruante, às vezes, soturna, mas sempre ferina voz.