quarta-feira, 5 de julho de 2017

Epílogo

De Wikipédia, a enciclopédia livre, colhe-se a seguinte definição de:  “Epílogo (do grego epílogos - conclusão, pelo latim epilogus) é uma parte de um texto, no final de uma obra literária ou dramática, que constitui a sua conclusão ou remate. É geralmente usada para dar a conhecer o desfecho dos acontecimentos relatados, o destino final das personagens da história ou, em dissertações, as ilações finais de um conjunto de ideias apresentadas ou defendidas”.  
Paara manter o suspense dos leitores e observadoes, estrategicamente, autores deixam personalidades e fatos mais importantaes da narrativa a serem revelados no final da obra para, finalmente, a serem emoldurados no epílogo.
Apressadas queixas contra o procurador geral Rodrigo Janot que, aparentando exorbitante, estaria preocupado em atingir com suas flechas peixes menores navegando à superfície das ondas, esquecendo o tubarão, o líder maior do devorador cardume, que continua nadando de braçadas, acariciado por mansa maré assoprada pela deslavada corrução, mantendo em suspense a nação estarrecida. Não esquecer que, segundo a citada definição, o epílogo acontece no final da obra, com a apresentação dos protagonistas responsáveis maiores pela trama montada, culminando com  a apoteose dos heróis e execração dos anti-heróis.  O importante é que chegue o momento propício de cada figurante entrar em cena, na esperança de que o gran finale aconteça antes que seja tarde para salvar o Brasil.
Tudo está a indicar que tanto Moro como Janot estão esperando a hora mais propícia de colocar o chefão maior no pelourinho para, à frente da gang, responder por seus atos. Se isso não acontecesse, a esperança morreria na praia de onde os brasileiros aguardam o desenlace da maior tragédia desabada sobre a nação brasileira.


Enigma

Espera-se que O NOVO ENIGMA DA LAVA-JATO, anunciado pela escolha da  Raquel  Dodge para comandar a Procuradoria-Geral  da República,  seja desvendado  pela  própria  indicada na medida em que sua atuação venha a corresponder  aos termos do juramento que fizera ao ser diplomada no Curso de Direito perante a nação brasileira: -“Prometo exercer a advocacia com dignidade e independência, observar a ética, os deveres e prerrogativas profissionais e defender a Constituição, a ordem jurídica do Estado Democrático, os direitos humanos, a justiça social, a boa aplicação das leis, a rápida administração da Justiça e o aperfeiçoamento da cultura e das instituições jurídicas”, para, futuramente,  ter seu nome inscrito no rol dos salvadores da pátria (Capa, 05 de julho).

quinta-feira, 29 de junho de 2017

Lava-Jato

As intempestivas e inconsequentes afirmativas do ministro da Justiça Torquato Jardim, de que a Lava-Jato “está desfazendo a classe política”, e do ministro Gilmar Mendes de que, na Lava-Jato, “expandiu-se demais a investigação, além dos limites” soam como o maior dos elogios à instituição, afirmando a que veio, justamente, para desmontar a quadrilha de políticos, organizada à sombra da corrupção, levando o Brasil à beira do abismo, investigando os fatos até as últimas consequências, sem se ater a limites a serem impostos pelos investigados e seus advogados (A corrupção e a democracia in Veja, Carta ao Leitor, 28 de junho).

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Inversão de valores

Lastimável e preocupante ter-se na presidência do STE para o julgamento da dupla Dilma x Temer um Gilmar Mendes, sistematicamente, empenhado em contraditar o Redator do processo Herman Benjamim. Em vez de se ater à busca da verdade está, renitentemente, na defesa de uma governabilidade nas mãos de quem jamais aprendeu e aprenderá a governar, pondo em cheque a nação brasileira. E o faz com tal verve de convencer incautos parceiros de bancada, fazendo prever resultado favorável a corrupção que mina as instituições. É a confirmação do dito evangélico – “Os filhos das trevas são mais espertos do que os filhos da luz”.


terça-feira, 6 de junho de 2017

Cegueira!

Não se consegue entender porque o STF, supostamente povoado pelas mais ilustradas cabeças jurídicas do Brasil, perde tanto tempo procurando argumentos e mais argumentos a pretexto de restringir o foro privilegiado, esquecendo que existe um pétreo princípio na Constituição Federal  que, se respeitado, reduziria a zero o excrescente estatuto. Está na cara: “Art. 5º. Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza...”, não dando margem a qualquer parágrafo estabelecendo exceções, introduzidas bem mais adiante no texto constitucional, dando margem a se pensar que os constituintes, legislando em causa própria, se consideraram, e aos demais favorecidos, Ets vindos de outro planeta, não fazendo parte da totalidade do povo brasileiro.

Urgente!

1.     Aviso urgente, urgentíssimo.  O Brasil, saído da montadora, ano 1898, com defeito no freio, corre o risco de perder o controle e cair em precipício. Proprietários, procurem imediatamente a concessionária para troca de peça retentora da impunidade, denominada Justiça, com grave deformação, colocando em risco a nação brasileira. 

sábado, 3 de junho de 2017

Lava-Jato


Motivo mais do que suficiente para suspender os trabalhos da Lava-Jaato no STF: o racionamento de água decretado pelo GDF. Iria de encontro do desejo de maioria do povo brasileiro no sentido de acabar com o foro privilegiado, mandando os processos para o Paraná, onde não falta água, diante das torrenciais chuvas provocando enchentes. Levaria, inclusive, a ser respeitado o preceito pétreo, definido no Art. 5º da Constituição que reza: “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza...” não admitindo exceções no seu texto.