1. Aviso urgente,
urgentíssimo. O Brasil, saído da montadora,
ano 1898, com defeito no freio, corre o risco de perder o controle e cair em precipício.
Proprietários, procurem imediatamente a concessionária para troca de peça retentora
da impunidade, denominada Justiça, com grave deformação, colocando em risco a nação
brasileira.
terça-feira, 6 de junho de 2017
sábado, 3 de junho de 2017
Lava-Jato
Motivo mais do que suficiente para suspender os trabalhos da Lava-Jaato
no STF: o racionamento de água decretado pelo GDF. Iria de encontro do desejo
de maioria do povo brasileiro no sentido de acabar com o foro privilegiado, mandando
os processos para o Paraná, onde não falta água, diante das torrenciais chuvas
provocando enchentes. Levaria, inclusive, a ser respeitado o preceito pétreo,
definido no Art. 5º da Constituição que reza: “Todos são iguais perante a lei,
sem distinção de qualquer natureza...” não admitindo exceções no seu texto.
domingo, 28 de maio de 2017
Pequenez x grandeza
Sem contrariar
o discurso de Roberto de Pompeu de Toledo em seu artigo – À ESPERA (31 de maio),
pois, cada um tem sua medida para classificar a grandeza de uma pessoa, a renúncia
de Michel Temer constituir-se-ia, apenas, num ato obrigatório, sem qualquer
mérito, tendo em vista que o cargo de vice, dando-lhe o direito de suceder a
Dilma, foi-lhe outorgado em processo eleitoral espúrio, manchado por mil propinas
via caixa 2, inclusive, com sua participação, já em suspeição na época e, vastamente,
comprovado pelas delações da Lava-Jato, merecendo a anulação do processo eleitoral
da dupla.
quarta-feira, 24 de maio de 2017
UBI SUMUS@
Preocupante e mau sinal
a necessidade de o presidente da República ter que assinar, de supetão, decreto
convocando o exército para manter a ordem em defesa dos logradouros e
instituições na Esplanada dos Ministérios. Primeiro, um puxão de orelha no governo
do DF incapaz de cumprir tal mandato que lhe é afeito. Segundo, como se não
existissem leis suficientes, tanto federais como distritais, para manter a
ordem pública. Terceiro, sinal evidente da falência das instituições públicas
encarregadas, em decorrência da incompetência e irresponsabilidade dos
governantes.
terça-feira, 16 de maio de 2017
Cantilena desafinada
Já ouvi essa cantilena outras vezes, anunciando o fim da recessão com o crescimento do PIB. O Problema é que, enquanto este crescia, a ganância dos corruptos foi se multiplicando de olho no tesouro anulando as expectativas. Para o povo acreditar é preciso, primeiro, anunciar o fim da corrupção com a gang de ratos na cadeia, devolvendo o que roubaram e pagando pelos prejuízos.
domingo, 14 de maio de 2017
Transito
Pura
sacanagem, querer culpar a mais bela e útil invenção brasileira, a caninha,
pela multiplicação de mortes no transito. Seria o mesmo que culpar a benfazeja
chuva pelas mortes nas cidades, quando a culpa é dos seres humanos pelo mau
planejamento urbano impedindo que as águas sigam o rumo que a natureza lhes
traça. Vinho, cerveja, caninha são invenções válidas para o povo desafogar as
mágoas da vida, quando bem utilizadas. Deixem a caninha em paz, rolando nos
botecos, e cuide-se de elaborar uma lei eficiente, capaz de colocar atrás das
grades os desregrados consumidores, sem distinção de cor e posição social,
substituindo a fiança por pesadas multas, de acordo com a culpabilidade a ser
comprovada pela Justiça.
Santo Remédio
Está comprovado
que o único remédio eficaz para a cura da endêmica amnésia dos políticos e
administradores sociais é a cadeia. Que o diga a fila de pretensos lavajatenses
ameaçados, à procura do instituto da delação premiada para lembra seus pecados
e alheios, esperando penas aliviadas. O próprio Chefe da corja, despertado pelo
receio de ser trancado atrás das grades, Já lustrou a memória abrindo o bico dizendo
que a única interessada no fatídico tríplex do Guarujá era sua falecida esposa
Marisa cujas cinzas já se remexem tentando recompor seus elementos, visando a
ressureição final, para se explicar, colocando os pingos nos is. Ao povo brasileiro
só resta esperar o ato final de Moro que, diante das evidências, enquadre o
dito cujo para fazer companhia a seus desembestados, outrora, fieis companheiros,
agora dispostos a coloca-lo no pelourinho.
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