domingo, 18 de setembro de 2016

O cara(?)

. Agora que as nuvens vão se dissipando, deixando o Sol mostrar a verdade, é bom esclarecer. Quando o presidente Obama disse :  “That's my man...” o presidente Lula e seus cupinchas , que mal sabem Português, adiantou-se e traduziu “Esse é o cara”, expressão que correu o Brasil e o mundo carimbando o pretenso salvador da pátria. Para quem entende Inglês, que não sou eu, pois, estou pensando com  botões alheios, a tradução correta é: “Esse é meu chapa”. Em tradução livre e realista, diria: “Esse é a cara” do Brasil que o PT pretendia construir semeado de bandalheiras que o levaram à beira do precipício.

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sábado, 17 de setembro de 2016

Esse é o cara (?)

Agora que as nuvens vão se dissipando, deixando o Sol mostrar a verdade, é bom esclarecer. Quando o presidente Obama disse :  “That's my man...” o presidente Lula, que mal sabe Português, adiantou-se e traduziu “Esse é o cara”, expressão que correu o Brasil e o mundo carimbando o pretenso salvador da pátria. Para quem entende Inglês, que não sou eu, pois, estou falando por botões alheios, a tradução correta é: “Esse é meu chapa”. Em tradução livre e realista, diria: “Esse é a cara” do Brasil que o PT pretendia construir semeado de bandalheiras que o levaram à beira do precipício.

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Evitando aumento de impostos

Identificados os responsáveis pelo desfalque da Petrobrás e do erário público, durante os governos do PT, por meio das delações premiadas e outras vias, cabe à Justiça exigir dos acusados que se apresentem aos inquisidores carregando, simbolicamente, a mala contendo o dinheiro surrupiado com juros e correção monetária colocando, inclusive, à disposição suas contas bancárias com seus bens bloqueados a serem utilizados para ressarcir eventuais danos causados  à nação brasileira, desde que comprovado o envolvimento dos indiciados. Se, no final do processo, algo sobrar será, religiosamente, devolvido aos respectivos donos.  Ficará, assim, dispensado o Poder Executivo de aumentar os impostos repassando o ônus da bandalheira ao povo brasileiro. 

Ilusionismo



Ao acusar o Ministério Público de ilusionista com relação às acusações que lhe são feitas, o ex-presidente Lula  ainda não percebeu que a Lava Jato veio como desmancha prazeres desvendando os truques que veio praticando na tentativa de enganar o povo brasileiro, esquecendo a lição de Abraham Lincoln: “Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar a alguns  por todo o tempo; Mas não se pode enganar  a todos todo o tempo.


domingo, 4 de setembro de 2016

A lei, ora a lei!


Definitivamente, as leis no Brasil são feitas para não serem cumpridas. Deixam tantos buracos para possíveis e impossíveis recursos que, dificilmente, um processo chega ao final em tempo de atender seu objetivo. Falta sempre algo que desestimule recursos protelatórios ao infinito. Tome-se como exemplo a lei da delação premiada. Carece, apenas, de um artigo e um Parágrafo único para interessar e forçar o delator a simplificar o processo, nos seguintes termos: Art. Ao se apresentar ao juiz para começar a delação, o delator devera portar consigo a mala contendo tudo o que recebeu, como propina a serviço da corrupção, com juros e correção monetária, acrescido do resultado da confiscação de seus bens, tudo a ser depositado no FITB, Fundo de Investimento Tapa Buraco, a ser utilizado, exclusivamente, para amortizar prejuízos causados pelos atos corruptivos. Para aliciar o delator acrescentar: Parágrafo único. Comprovada a fidelidade da delação e concluído o processo, após o ressarcimento dos prejuízos ao erário público, o delator fará juz: I - à sobra do que foi depositado, com a devida correção monetária; II - Caso não haja sobra, ser-lhe-á concedida pensão, correspondente ao salário mínimo em vigor, para que possa se sustentar, enquanto não conseguir emprego.

sábado, 3 de setembro de 2016

Ubi sumus?


Ubi sumus, Lewandowski, gritam mil Cícero Brasil afora para um desavisado Catilina que permite ao Senado Federal cometer tão hediondo crime contra a Constituição Federal, tentando arrastá-la para a sarjeta do desprezo onde corre a lama da corrupção apadrinhada por significativa parcela da instituição, justamente encarregada de fazer as leis para proteger e fazer cumprir a lei maior da nação brasileira. Nuvem espeça cobre o Brasil na expectativa de que a corte suprema da Justiça venha a dissipá-la, soprada pelo vento da honradez reconstituindo a legalidade ferida.

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

De múltima hora

De última hora, o incrível acontece. O parágrafo único do Art. 52 da Constituição Federal é cristalino ao vincular a inabilitação, por oito anos, à perda do cargo de Presidente e Vice-Presidente da República e de outros servidores nomeados nos itens I e II. Durante mais de nove meses da tramitação do processo de impeachment da presidente Dilma, tanto os defensores como os opositores defenderam, cada qual com seus argumentos e a seu modo, a observância inquebrantável da Constituição. No frigir dos ovos, nos estertores do processo de impeachment, com a condescendência do presidente da mais alta corte da Justiça, mediante esdrúxulo acordo entre as partes, quebram-se as juras de fidelidade à Carta Magna e a presidente sai com meia vitória com a possiblidade, inclusive, de se candidatar à mesmo cargo, podendo, quem sabe, contar com a mesma condescendência da lei da ficha limpa que ninguém sabe com que roupagem vai aparecer depois de possíveis revisões, à sombra de mais conluios. Pior ainda, a anunciada inapetência dos opositores de irem ao Supremo Tribunal Federal para, no mínimo, tentar remendar o calamitoso estrago com o agravante de que, para tanto, o colegiado terá que contrariar seu presidente que presidiu no Senado o julgamento do impeachment.